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Enriquecendo a Estante #10

Olá! Voltei para falar sobre os livros que vieram enriquecer a minha estante na semana passada. Assim que forem lidos eu retorno para contar o que achei deles.

Minha edição de ‘Nihonjin’ do Maringaense Oscar Nakasato, pela Benvirá.

A primeira e única compra da semana trata-se do controverso vencedor do 54º Jabuti, Oscar Nakasato. Tenho percebido que o prêmio anda bastante desprestigiado, andei lendo algumas coisas pela internet e ouvindo pessoas importantes comentarem que o Jabuti não é capaz de se auto afirmar e se apresentar como uma “competição” séria e importante. Apesar de tudo isso e da polêmica gerada pelo “Jurado C” em torno da premiação de “Nihonjin”, muito me interessei pelo vencedor da categoria de melhor romance, uma vez que a capa é bem bonita, o autor é paranaense, e a temática oriental me agrada. Com seu romance de estreia e suas poucas 175 páginas, Oscar Nakasato também levou o prêmio Benvirá entes de faturar o Jabuti.

O texto narra a difícil adaptação do orgulhoso nacionalista japonês Hideo Inabata, que imigra para o Brasil na segunda década do século XX, com o objetivo de enriquecer e levar recursos ao japão.

Minha edição de ‘O Alquimista’ de Paulo Coelho, pela Sextante.

O segundo livro a enriquecer a estante aqui de casa não foi uma compra, mas o resultado de um sorteio realizado ao final de um evento organizado pela Livrarias Curitiba. Estava eu, quinta-feira a noite, no Shopping Estação, para um bate papo virtual com Paulo Coelho. Eu já havia formulado uma pergunta para fazer ao escritor, quando o mediador do evento anuncia um problema técnico, o audio do micrôfone não estava chegando aos ouvidos de Paulo Coelho, que falava diretamente de sua casa em Genebra na Suíça. Enfim, o evento acabou não ocorrendo como deveria, sorteram alguns livros do autor, e eu acabei ganhando ‘O Alquimista’, que dispensa apresentação.

É bastante provável que este tenha sido o primeiro livro que li na vida (não há total certeza sobre esta afirmação). Isso, na época em que eu achava difícil ler um texto do Paulo Coelho rsrs, uma criança. Pretendo relê-lo ;)

Por hoje é isso…
Até!

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Orgasmo literário #DiaDoOrgasmo

Olá pessoas!
Como se sabe, hoje, último dia do mês de julho, é o dia do orgasmo. Para o dia não passar em branco aqui no blog, venho falar sobre alguns livros que passam por esta temática tão prazerosa.

Minha edição de A insustentável leveza do ser, pela Nova Fronteira.

A insustentável leveza do ser – Milan Kundera

Este livro narra a história de dois casais e suas vidas amorosas. Acima de tudo, Kundera trás reflexões existencialistas e magnificas a cerca do insustentável peso que carregamos, passando por situações bastante particulares e momentos  de erotismo brilhantemente bem escritos. Li este livro esse ano e já está entre os meus favoritos. Mas confesso que preciso ler novamente, a profundidade do texto e o prazer desta leitura me obrigam a isto.

Onze minutos de Paulo Coelho pela Editora gold

Onze minutos – Paulo Coelho

Não tenho vergonha de dizer que adoro os livros do Paulo Coelho, e dos que já li, considero Onze Minutos o segundo melhor (perdendo para Verônica decide morrer). Não sei se devo contar o motivo pelo qual as palavras ‘Onze minutos’  intitulam a obra, mas revelo que o sexo é o tema central do texto, uma vez que a protagonista encara o ato profissionalmente. Além de toda a carga espiritualista característica do autor, o livro conta com cenas apimentadamente bem escritas.

Da morte, metafísica do amor, do sofrimento do mundo, pela Martin Claret.

Da morte, metafísica do amor, do sofrimento do mundo – Arthur Schopenhauer

O amor e sua representação máxima são um dos temas que norteiam este clássico de Schopenhauer. Como era de se esperar, o ponto de vista do autor é bastante diferente do calor todo que as obras citadas anteriormente, querem representar. Com uma visão fisiológica, Schopenhauer reflete anatômica e filosoficamente sobre a necessidade de consumar o ato. O foco é o cérebro e não coração. Esta obra também figura entre meus livros favoritos, muito recomendo.

Almoço Nu de William S. Burroughs, pela Circulo do Livro

Almoço nu – Williams Burroughs

Defino este livro como Orgasmático. As ações praticadas por delinquentes que badernam a cidade, e a bizarrice toda narrada por Williams Burroughs, é de ferver a cabeça. O texto é sujo, diabólico e inumano. Merda, sexo, drogas, doenças e injeções formam os personagens. Confesso que tive dificuldades para ler este livro, os atos me chamavam mais atenção que a história em si, fazendo-me perder pontos importantes como a construção das personagens. Uma perdição a cabeça desse Burroughs.

Ps: Logo logo estarei lendo Sade.
Não esqueçam de comentar sobre seus orgasmos literários ;)

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