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Enriquecendo a Estante #18

Tenho comprado livros com muito menos frequência do que antigamente. Esta semana foram dois:

Assim Falou ZaratustraDepois de um 2012 com pouca filosofia, infelizmente, eis que me aparece a oportunidade de ler ‘Assim falou Zaratustra’ do filósofo alemão Friedrich Nietzche. Já li ‘O Anticristo’, mais de uma vez por sinal, mas devo confessar que não encontrei algo de tão especial. Portanto, espero que Zaratustra venha restaurar a imagem que construí do autor. Sobre a história, narra as andanças de um famoso filósofo do século VI a.C., que se auto-nomeou Zaratustra, após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia. Minha edição é da Martin Clare, custou-me R$ 8,00 em um sebo aqui de Curitiba e conta com 272 páginas. Assim que fizer a leitura, e será em breve, eu volto aqui para compartilhar minhas impressões.

o-colecionadorO segundo livro que veio morar comigo nesta última semana foi ‘O Colecionador’ (publicado em 1963) do britânico John Fowles, que narra a história de um funcionário público que de uma hora para a outra recebe uma fortuna. Tomado pela ambição, sequestra seu amor platônico, e vivem um encarcerado embate entre a vitalidade da moça e a vida medíocre do protagonista.  O motivo pelo qual adquiri este livro, por míseros R$ 3,00, foi o fato de que esta foi a obra escolhida para o mês de março do fórum literário Entre Pontos e Virgulas. Sintam-se a vontade para participar também ;) Minha edição é da Abril Coleções e possuí 234 páginas.

Por hoje é isso!
Até breve!

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Em Andamento – As Aventuras de Pinóquio

Olá pessoas.
Apresento-me para falar sobre um tipo de literatura que me fascina enormemente, que é a literatura infantil. Na verdade, voltei para anunciar uma leitura em andamento, que por sinal, foi iniciada hoje mesmo. Trata-se do clássico infanto-juvenil de Carlo Collodi, As Aventuras de Pinóquio.

Do autor:
Morto por sua personagem, o jornalista Italiano, funcionário público e maçom Carlo Lorenzini tornou-se Collodi em homenagem à aldeia toscana onde sua mãe nascera. Através do seu famoso boneco, o escritor atingiu um feito grandioso, incorporando não apenas um personagem, mas uma alma viva na cultura, no cotidiano, na tradição e na literatura italiana. Aos 64 anos de idade veio a falecer na sua Florença natal em 26 de outubro 1890, deixando para trás um legado em madeira.

Da obra:
Escrito em capítulos no ano de 1881 e publicado em 1883, a obra de Carlo Collodi é comumente associada à adaptação para o cinema, na forma de animação, produzida em 1940 por Walt Disney. Vale destacar que a história sofreu muitas alterações, fato que pode ser percebido nos primeiros parágrafos do texto e que incrementou a lista de motivos pelos quais eu desejava ler o livro. Traduzida para as mais diversas línguas e com centenas de edições publicadas (fenômeno que se intensificou depois que a história se tornou de domínio público) As Aventuras de Pinóquio permite incontáveis leituras, podendo ser lida por crianças de 5 e 50 anos.

Imagem

Minha edição ilustrada publicada pela Martin Claret

Da edição:
Apesar de minha implicância com a formatação da editora Martin Claret, acabei adquirindo a edição pelo preço e pelo calor do momento (risos). As letras são menores do que o agradável, mas o formato ‘pocket’ do livro facilita demais o manuseio. A coleção ‘A obra-prima de cada autor’ me admira pela quantidade de volumes e por fornecer o texto integral originalmente escrito pelo autor, tendo em vista que adaptações de clássicos não são de meu interesse, uma vez que me sinto capaz de ler a obra original.
Dentre os detalhes da edição, destaca-se o fato do livro ser repleto de ilustrações, mas confesso que elas não me agradaram tanto quando as ilustrações da edição de O mágico de Oz  publicada pela Martin Claret. A  tradução é assinada pelo italiano radicado no Brasil, Pietro Nassetti.

ps1: Não quero desmerecer a importância de uma adaptação, haja vista que ela permite o acesso de pessoas diferentes classes e níveis de interpretação, à leitura.

ps2: Ainda pretendo adquirir uma edição de As Aventuras de Pinóquio que possua as ilustrações originais feitas por Enrico Mazzanti. Vale conferir.

Possibilidades a parte, tentei não me estender. Assim que terminar a leitura, eu retorno para compartilhar, mais subjetivamente, minhas impressões a respeito deste clássico da literatura infantil.
Não esqueçam de comentar, comentários ajudam bastante. Até mais!

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