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Linha de Chegada – As aventuras de Pinóquio de Carlo Collodi

Olá pessoas!
Esta semana li o clássico de Carlo Collodi, As Aventuras de Pinóquio. E estou aqui para compartilhar minhas impressões.

Poster do longa de animação.

As aventuras vividas pelo boneco de madeira mais famoso do mundo, no texto de Collodi, revelam-se bastante diferentes das apresentadas na animação feita por Walt Disney, como era de se esperar. Na verdade são pequenos, mas muitos detalhes, percebidos já nos primeiros parágrafos do texto. Inúmeros momentos e personagens foram simplesmente cortados da obra original, e outros sofreram ligeiras alterações para se adequarem à linguagem cinematográfica, ato totalmente compreensível. Lamento informar, não sei se isso é spoiler, mas o grilo falante raramente aparece no livro. Acredito que ele ganhou maior importância durante o processo de adaptação.

O clássico é infantil, mas carrega um clima pesado, chegando a narrar acontecimentos que uma criança não deveria imaginar, como enforcamento e orelhas sendo arrancadas a dentadas. Confesso que me incomodou bastante o protagonista da história. Pinóquio é extremamente irritante, desobediente, e sem dúvida, a personagem mais cabeça dura e ingrata que conheço. Mas no fim, há uma grande lição a ser dada, principalmente àquelas crianças que não são dadas aos estudos e a condutas corretas.

Minha edição de As Aventuras de Pinóquio, pela Martin Claret.

Enfim, a história é famosa. Um boneco de madeira sonha em ser um menino direito, estudioso e orgulho para seu “pai” Gepeto. Mas acaba, de diversas maneiras, sendo desviado de seu proposito. Amigos como o grilo e a fada de cabelo azul, auxiliam Pinóquio ao longo da sua jornada, repleta de ação, contratempos e situações extraordinárias, até que ele se torne um menino de verdade.
A leitura é muito divertida, os diálogos são unicamente engraçados. Vale muito a pena conferir a origem deste boneco e conhecer detalhes da trama original escrita por Collodi.

Vale também conferir o post feito anteriormente, enquanto eu lia a obra. Conta com algumas informações diferenciadas e menos pessoais, como detalhes da edição.
https://leitorcompartilhado.wordpress.com/2012/07/23/em-andamento-as-aventuras-de-pinoquio/

Por hoje é isso!
Sou totalmente aberto a críticas, sintam-se à vontade para comentar.

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Em Andamento – As Aventuras de Pinóquio

Olá pessoas.
Apresento-me para falar sobre um tipo de literatura que me fascina enormemente, que é a literatura infantil. Na verdade, voltei para anunciar uma leitura em andamento, que por sinal, foi iniciada hoje mesmo. Trata-se do clássico infanto-juvenil de Carlo Collodi, As Aventuras de Pinóquio.

Do autor:
Morto por sua personagem, o jornalista Italiano, funcionário público e maçom Carlo Lorenzini tornou-se Collodi em homenagem à aldeia toscana onde sua mãe nascera. Através do seu famoso boneco, o escritor atingiu um feito grandioso, incorporando não apenas um personagem, mas uma alma viva na cultura, no cotidiano, na tradição e na literatura italiana. Aos 64 anos de idade veio a falecer na sua Florença natal em 26 de outubro 1890, deixando para trás um legado em madeira.

Da obra:
Escrito em capítulos no ano de 1881 e publicado em 1883, a obra de Carlo Collodi é comumente associada à adaptação para o cinema, na forma de animação, produzida em 1940 por Walt Disney. Vale destacar que a história sofreu muitas alterações, fato que pode ser percebido nos primeiros parágrafos do texto e que incrementou a lista de motivos pelos quais eu desejava ler o livro. Traduzida para as mais diversas línguas e com centenas de edições publicadas (fenômeno que se intensificou depois que a história se tornou de domínio público) As Aventuras de Pinóquio permite incontáveis leituras, podendo ser lida por crianças de 5 e 50 anos.

Imagem

Minha edição ilustrada publicada pela Martin Claret

Da edição:
Apesar de minha implicância com a formatação da editora Martin Claret, acabei adquirindo a edição pelo preço e pelo calor do momento (risos). As letras são menores do que o agradável, mas o formato ‘pocket’ do livro facilita demais o manuseio. A coleção ‘A obra-prima de cada autor’ me admira pela quantidade de volumes e por fornecer o texto integral originalmente escrito pelo autor, tendo em vista que adaptações de clássicos não são de meu interesse, uma vez que me sinto capaz de ler a obra original.
Dentre os detalhes da edição, destaca-se o fato do livro ser repleto de ilustrações, mas confesso que elas não me agradaram tanto quando as ilustrações da edição de O mágico de Oz  publicada pela Martin Claret. A  tradução é assinada pelo italiano radicado no Brasil, Pietro Nassetti.

ps1: Não quero desmerecer a importância de uma adaptação, haja vista que ela permite o acesso de pessoas diferentes classes e níveis de interpretação, à leitura.

ps2: Ainda pretendo adquirir uma edição de As Aventuras de Pinóquio que possua as ilustrações originais feitas por Enrico Mazzanti. Vale conferir.

Possibilidades a parte, tentei não me estender. Assim que terminar a leitura, eu retorno para compartilhar, mais subjetivamente, minhas impressões a respeito deste clássico da literatura infantil.
Não esqueçam de comentar, comentários ajudam bastante. Até mais!

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