Enriquecendo a Estante #15

Box da trilogia 'A Revolta de Atlas' de Ayn Rand, pela Sextante.

Box da trilogia ‘A Revolta de Atlas’ de Ayn Rand, pela Sextante.

Um Enriquecendo a Estante isolado, ponto. O Submarino não aprende mesmo, praticamente todas as compras que fiz lá, vieram com algum amassado ou rasgo. Com ‘A Revolta de Atlas’ de Ayn Rand (acabo de descobrir que se trata de uma mulher) não foi diferente. O box é grandinho, seus três volumes somam 1228 páginas, e com certeza, o peso ajudou na destruição do produto durante o trajeto de entrega, junto com a má proteção da embalagem, um envoltório de plástico bolha apenas.
Os livros em si estão em perfeito estado, mas a caixa de ‘proteção’, que na verdade não cumpre em nada sua função, uma vez que é feita de material tão fino que de nada adianta; ficou baqueada. Um rasgo alí, um amassado na quina, um lado descolado acolá. Enfim, mais uma compra do submarino que grita por reclamação. Mas, apesar de tudo, os livro são lindo, mesmo implicando com o catálogo da Sextante, encho a boca para falar da trilogia. O preço, foi mais lindo ainda, R$19,90 no boleto. Nem tinha o dinheiro disponível, já havia gastado tudo que podia com a compra dos três primeiros livros da série ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, mas lavei alguns carros por aí, pedi algumas moedas nas calçadas da vida, e consegui a grana suficiente, o importante é que a promoção não perdi, a lá Roberto Carlos.

Pelo que parece, esta obra é considerada uma das obras mais influentes da literatura, segundo a biblioteca do congresso americano. Segue a sinopse:.

“A revolta de Atlas é um romance monumental. A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Último baluarte do que ainda resta do capitalismo num mundo infestado de repúblicas populares, os Estados Unidos estão em decadência e sua economia caminha para o colapso. Nesse cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia, os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes começam a sumir sem deixar pistas. Com medidas arbitrárias e leis manipuladas, o Estado logo se apossa de suas propriedades e invenções, mas não é capaz de manter a lucratividade de seus negócios. Mas a greve de cérebros motivada por um Estado improdutivo à beira da ruína vai cobrar um preço muito alto. E é o homem – e toda a sociedade – quem irá pagar. Ayn Rand traça um panorama estarrecedor de uma realidade em que o desaparecimento das mentes criativas põe em xeque toda a existência.”

ps:. A imagem do post é meramente ilustrativa e não condiz com a realidade. Na verdade, a lombada dos três livros, juntas, formam uma única imagem, e não três, como mostra a figura. Essa história dos três volumes se completarem fica bem bacana na estante.

Assim que fizer a leitura, prevista para metade de 2013, eu retorno para compartilhar as minhas impressões.
Por hoje é isso, um abraço, uma beijo e um queijo!

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