Orgasmo literário #DiaDoOrgasmo

Olá pessoas!
Como se sabe, hoje, último dia do mês de julho, é o dia do orgasmo. Para o dia não passar em branco aqui no blog, venho falar sobre alguns livros que passam por esta temática tão prazerosa.

Minha edição de A insustentável leveza do ser, pela Nova Fronteira.

A insustentável leveza do ser – Milan Kundera

Este livro narra a história de dois casais e suas vidas amorosas. Acima de tudo, Kundera trás reflexões existencialistas e magnificas a cerca do insustentável peso que carregamos, passando por situações bastante particulares e momentos  de erotismo brilhantemente bem escritos. Li este livro esse ano e já está entre os meus favoritos. Mas confesso que preciso ler novamente, a profundidade do texto e o prazer desta leitura me obrigam a isto.

Onze minutos de Paulo Coelho pela Editora gold

Onze minutos – Paulo Coelho

Não tenho vergonha de dizer que adoro os livros do Paulo Coelho, e dos que já li, considero Onze Minutos o segundo melhor (perdendo para Verônica decide morrer). Não sei se devo contar o motivo pelo qual as palavras ‘Onze minutos’  intitulam a obra, mas revelo que o sexo é o tema central do texto, uma vez que a protagonista encara o ato profissionalmente. Além de toda a carga espiritualista característica do autor, o livro conta com cenas apimentadamente bem escritas.

Da morte, metafísica do amor, do sofrimento do mundo, pela Martin Claret.

Da morte, metafísica do amor, do sofrimento do mundo – Arthur Schopenhauer

O amor e sua representação máxima são um dos temas que norteiam este clássico de Schopenhauer. Como era de se esperar, o ponto de vista do autor é bastante diferente do calor todo que as obras citadas anteriormente, querem representar. Com uma visão fisiológica, Schopenhauer reflete anatômica e filosoficamente sobre a necessidade de consumar o ato. O foco é o cérebro e não coração. Esta obra também figura entre meus livros favoritos, muito recomendo.

Almoço Nu de William S. Burroughs, pela Circulo do Livro

Almoço nu – Williams Burroughs

Defino este livro como Orgasmático. As ações praticadas por delinquentes que badernam a cidade, e a bizarrice toda narrada por Williams Burroughs, é de ferver a cabeça. O texto é sujo, diabólico e inumano. Merda, sexo, drogas, doenças e injeções formam os personagens. Confesso que tive dificuldades para ler este livro, os atos me chamavam mais atenção que a história em si, fazendo-me perder pontos importantes como a construção das personagens. Uma perdição a cabeça desse Burroughs.

Ps: Logo logo estarei lendo Sade.
Não esqueçam de comentar sobre seus orgasmos literários ;)

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